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A banda postou um blog no MySpace pedindo aos fãs que enviem perguntas que serão respondidas no DVD que será lançado em breve. Confira:

Thrice está procurando por perguntas de fãs para responder no DVD que logo será lançado. Você pode perguntar à banda qualquer coisa… performances ao vivo, turnês, técnicas de produção, álbuns específicos, músicas, ou qualquer outra coisa que você queira saber sobre Thrice. É só mandar um email para thrice@vagrant.com com sua pergunta!

A banda vai olhar as perguntas e escolher as favoritas. A sua pode ser respondida para a camera do DVD que está por vir.

A oportunidade para perguntar é limitada, então se apresse e mande logo sua pergunta!

Por favor limite-se a uma pergunta, e por favor não gaste o tempo de ninguém com perguntas rudes ou sem sentido.

Lembrando que as perguntas devem ser encaminhadas em inglês!

The Alchemy Index Vinil

O site Interpunk.com já está com a pré-venda do tão esperado vinil do The Alchemy Index volumes 1 ao 4. De acordo com o site, é uma edição “super limitada”, que vem numa embalagem “super-elaborada tipo livro” com 4 vinis de 10 polegadas. O preço é um pouco salgado, US$ 53,25, cerca de 85 reais.

Os vinis começam a ser vendidos dia 29 de julho.

De acordo com o site Punknews.org, a banda Rise Against anunciou hoje que tem planos para uma turnê no outono americano, a qual será aberta por Gaslight Anthem, Thrice e Alkaline Trio.

Edit: confirmado por Rise Against ontem via myspace.

Entrevista para Weber FM

Dustin e Teppei deram uma entrevista para a Weber Fm. Confira:

Devido ao fato de não termos fechado nem 20 camisetas para produzir, o prazo de pedido foi adiado para dia 30/06. Se você esqueceu de pedir a sua, aproveite e mande um email para thricebrasil@gmail.com com o modelo (ou kit), tamanho da camiseta (baby look, regata, P, M, G, GG), seu nome completo, RG, CPF, endereço para entrega e telefone para contato (não esqueça do DDD!).

Entrevista com Riley

Uma usuária do last.fm teve a oportunidade de entrevistar o Riley antes do último show da turnê, dia 30 de maio. Ele falou sobre algumas bandas, turnês futuras e a música misteriosa que anda circulando pela internet. Confira.

A fila para o Avalon aumentou bem rapidamente, formigando com fãs entusiasmados, então começou a circundar o edifício poeirento. Pessoas sentavam ali com as pernas cruzadas, algumas tirando uma soneca com as bocas abertas vulneráveis ao ar poluído de Vine St, alguns comendo Jack in the Box e goldfish que trouxeram para satisfazer sua fome durante o dia, e alguns ocupando suas orelhas com músicas de iPods enquanto observavam os carros subindo e descendo a rua um a um.

Eu ansiosamente aguardei no fim do beco perto da casa de shows até que o empresario do Thrice veio ao meu resgate. Eu o segui de perto enquanto ele me levava para uma área mal iluminada e me apresentou a Riley Breckenridge, o baterista. Meu coração começou a bater numa velocidade que eu achava ser um milhão de batidas por minuto, e eu avidamente apertei sua mão.

Nós subimos uma escada circular até uma sala abafada onde nós nos sentamos num sofazinho aconchegante. Impaciente para começar a entrevista e com uma bexiga quase estourado dentro do meu corpo, eu fui usar o banheiro. Mas eu não sabia que ele já estava sendo usado, então eu esperei ali um pouco. Alguns minutos depois, Eddie (baixo), sai e fecha a porta com um sorriso maldoso no rosto, “Você não vai querer entrar aí nos próximos quinze, vinte minutos,” ele disse.

Eu nunca estive tão surpresa e com tanto nojo ao mesmo tempo em toda a minha vida.

Eu sorri e voltei em direção ao Riley enquanto ele ria, “Cara, acenda um fósforo!”

Finalmente, eu comecei a entrevista.

Kimberly Haddad: Ei, como você está? Grande jogo para os Lakers hoje ein?

Riley Breckenridge:
Bem, bem e sim, eu estou muito empolgado sobre o jogo.

Kimberly:
É, é chato eu ter que ver vocês ao invés do jogo (risos).

Riley: É (risos). Algumas pessoas vão me falar o score durante o set. Eu fiz um dos técnicos ficar me mostrando scores num pedaço de papel durante o jogo de Utah.

Kimberly: Ah, que maravilha! Então como você se sente agora que a turnê chegou ao fim e amanhã é sua última noite?

Riley: Um, eu estou meio que exausto para ser honesto, então será bom estar em casa. A turnê é sempre agridoce sabe, porque você se acostuma a ver as mesmas pessoas todos os dias e se divertindo e quando isso acaba é meio ruim, é como sair da colônia de férias ou algo do tipo. Mas tem sido muito muito divertido e eu amo todas as bandas nessa turnê e tenho me divertido bastante com elas. Então enquanto vai ser triste, eu estou realmente feliz de poder só ficar em casa, recarregar minhas baterias, sair, ver alguns esportes, e escrever algumas músicas.

Kimberly: Houveram alguns momentos destacáveis para você nessa turnê?

Riley: Sim, eu tive a oportunidade de ir num jogo do Cubs, o que é maravilhoso porque eu sou um grande fã de baseball. Nós tocamos duas noites em Chicago que foram muito legais, num clube meio que menor mas agradável e as audiências foram animais e eu acho que os shows foram realmente bem. Eu acho que foi um daqueles shows que todas as bandas que saíam do palco diziam que a platéia estava ótima, e que a energia era boa e nosso set foi bom e isso é sempre uma coisa positiva. Ontem à noite nós filmamos um DVD no House of Blues em Anaheim e com sorte tudo deu certo, nada quebrou, e não houve nada catastrófico e todos os nossos amigos que estavam lá disseram que foi um show muito bom.

Kimberly: Sim realmente foi, eu estava lá.

Riley: Oh, sério? Isso é legal, isso é realmente legal. É foi super estressante sabe, especialmente porque você sabe que você está sendo filmado e está no fundo da sua mente o tempo todo, mas precisa ir bem e foi um grande alívio e quase parece que esses dois dias foram um grande peso tirado dos meus ombros. Foi como quando tocamos no Conan mas 24 vezes. Nós tocamos 24 canções e foi tudo gravado, todo o áudio está lá e é te deixa com os nervos à flor da pele, duas horas é muito tempo.

Kimberly: Bem, eu estive em alguns shows nessa turnê e eu notei que vocês mudaram a setlist um tanto a cada vez. Quero dizer, a maior parte das músicas que vocês tocam é a mesma, mas vocês mudam um pouco. Você pode me dizer como vocês decidem quais músicas vocês vão tocar em cada set?

Riley: Bom, a medida que a turnê progrediu nós descobrimos quais músicas fluem melhor entre si ou em relação à dinâmica do set. Existem algumas que funcionam muito bem que trazem a vibe para um lugar nostálgico e chegando ao fim você quer aumentar a energia para o final, então nós fazemos isso. Nós temos uma bacia de 34 músicas e é basicamente misturar e combinar e ver o que funciona e o que não. Tem sido legal porque meio que nós deixou alerta sabe, você não fica naquele piloto automático onde você está tocando as mesmas músicas na mesma ordem durante seis semanas. Então tem sido divertido mas desafiador também.

Kimberly: Ontem a noite você comentou com a audiência que vocês não são uma jukebox (risos).

Riley: Sim eu comentei! (risos)

Kimberly: Como vocês se sentem, como uma banda, quando os fãs ficam constantemente gritando por músicas mais antigas como Deadbolt e Paper Tigers, ou para des-aposentar T&C? Vocês se sentem mal ou obrigados a tocar certas músicas? Faz vocês ficarem bravos ou vocês riem disso e deixam de lado na maior parte das vezes?

Riley: É, quer dizer, eu não acho que o problema é tocar essas músicas, porque nós obviamente sabemos que as pessoas querem ouvir Deadbolt e, sim, deve haver uma parte de nós que já cansou de tocar porque nós já tocamos ela milhares de vezes. Mas pra mim e eu acho que para o resto dos caras, a coisa que faz essa música gratificante não é necessariamente o tocar a música mas a resposta do público a ela. E nós podemos meio que nos aproveitar dessa energia então isso a faz bacana nesse sentido. A coisa ruim é que, você sabe, nós estamos lá em cima tentando montar o melhor set possível e algumas músicas são melancólicas e tem um intro tipo melancólico, atmosférico, e ter um imbecil gritando Deadbolt no meio disso, acaba com a vibe e eles precisam perceber que eles não são a única pessoa no show. Existem outras pessoas ali, como no começo de The Whaler ou Come All You Weary, nós estamos tentando ajustar o ambiente para a música e às vezes há pessoas na pista que falam “Caramba eu realmente quero ouvir essa música!” e quando alguém fala “Ohhhh Deadbolt, Deadbolt!” Estraga. Nós vamos tocar se você calar a boca, sabe (risos)

Kimberly: Exato, é claro.

Riley: Quero dizer, nós não vamos tocar o mais rapidamente ou mais cedo no set porque alguém grita por ela. Então, é meio irritante, as vezes motivo de risos mas não sei, acho que são ossos do ofício.

Kimberly: Você disse que você achou que o DVD foi bem, há alguma data específica para ele ser lançado?

Riley: Eu acho que nós vamos tentar em alguma hora do outono. Nós vamos fazer outra turnê pelos EU no outono e o vídeo provavelmente vai sair nessa época. Mas nós temos que olhar tudo que foi gravado, e então editar e fazer com que o áudio fique bom. Foi uma experiência realmente legal, mesmo nos deixando com os nervos à flor da pele, como eu disse antes. Tem sempre aquela vozinha na sua cabeça falando “é isso está sendo filmado” e você fica se perguntando se você está parecendo um idiota ou se você errou alguma coisa mas com sorte deu tudo certo.

Kimberly: The Alchemy Index foi lançado fazem alguns meses agora, incluindo todos os quatro discos. Como foi recebido pelos fãs?

Riley: Meio divido eu acho, mas tem sido desse jeito com todos os álbuns sabe. E você não pode fazer todo mundo feliz. Se você tentar você vai acabar ficando louco. É expressar-se o mais honestamente possível. Nós escrevemos música que nós gostamos e queremos ouvir e nós fizemos um álbum conceito porque nós pensamos que seria divertido de fazer e desafiador e diferente, porém para nós. Eu li algumas coisas online que dizia que álbuns conceito são pretensiosos mas eu não sabia que haviam regras para música e para ser uma banda. Nós fizemos porque nós pensamos que era algo diferente para nós fazermos, e meio que nos deixou alertas e excitados para produzir o álbum. Nós fizemos isso e apesar de sempre haver as pessoas que querem que você volte para o som que seu disco favorito tem, há também as pessoas com alguns dos elogios mais legais do tipo “Na época do The Illusion Of Safety eu curtia punk e hardcore e vocês cresceram, eu também cresci.” Isso é muito bom de ouvir porque nós todos passamos por isso. Houve um tempo em que nós só ouviamos alguns gêneros, e quando você vai ficando mais velho você percebe que há um monte de músicas diferentes e um monte de gêneros e meio que não aceitar diferentes estilos de música só porque voce acha que vai afetar sua imagem ou o que as pessoas pensam de você é meio que um prejuízo pra você mesmo. Um, eu não sei nós tivemos um monte de retorno positivo e muito disso veio de outros músicos e outras bandas e é sempre lisonjeante receber palavras gentis de seus colegas.

Kimberly: Com esse álbum, o processo de gravação foi obviamente bem diferente dos álbuns anteriores. Você pode me contar um pouco mais sobre isso e vocês escolheriam essa direção para seus projetos futuros?

Riley: É quero dizer Teppei produziu e mixou a coisa toda e nós não tínhamos nenhum prazo realmente definido no começo. Nós meio que apenas ficávamos no estúdio das 9 às 5 e fazíamos o máximo que nós conseguíamos e dizíamos para a gravadora que ficaria pronto quando ficasse. Isso foi bom de um certo ponto de vista e ruim de outro. Foi bom porque a experiência foi muito mais relaxada e ninguém estava enlouquecendo e olhando no relógio ou no orçamento para ver se nós iríamos ficar sem tempo e dinheiro o que já foi um problema no passado. E o fato que nós o fizemos em casa foi legal porque depois que você passou horas no estúdio você pode ir passar um tempo com seus amigos. Você pode ficar com sua mulher ou sua namorada e você não está constantemente imergido em fazer música o que tem seu lado positivo e negativo, também. Mas nos três álbuns anteriores nós fomos para a costa leste, longe dos amigos e da família, todos ficando no mesmo apartamento ou casa e enquanto é bom para você se focar também pode fazer você se sentir sufocado. Você enlouquece um pouco então, um, foi legal. Nós tivemos a oportunidade de tentar um monte de coisas que um produtor comum normalmente não nos deixaria tentar sabe. Houve um monte de tentativas e erros e quando você está com um orçamento e cronograma restritos o produtor é sempre o que diz, “Hey nós não temos tempo para enterrar esse microfone para o fim de Child of Dust, e nós não temos tempo para colocar um microfone nas tesouras do telhado e nós não vamos fazer o disco Earth dentro dessa sala de estar.” Então foi legal ter essa liberdade, e no futuro eu acho que nós vamos fazer desse jeito porque nós aprendemos bastante e eu acho que nós funcionamos melhor quando nós estamos perto de casa. Teppei e Dustin tem filhos agora então eles não podem desaparecer por muito tempo.

Kimberly: Bom, soa incrível então eu definitivamente estou ansiosa pelo próximo álbum com esse método de gravação.

Riley: Ah, obrigado, obrigado mesmo.

Kimberly: Você está completamente feliz com o projeto finalizado? Há alguma coisa que você faria diferente se tivesse a oportunidade?

Riley: É, e para não soar como se eu estivesse contando vantagens, mas isso foi um projeto tão grande e eu creio que também ambicioso para nós porque nós estávamos tentando várias coisas que nós não tentamos antes. Durante certas horas do processo de gravação eu estava apavorado. Eu estava tipo “nós não podemos fazer isso sabe, é um passo maior que nossas pernas.” Isso não é uma reflexão da personalidade da banda, é mais minha própria personalidade. Eu fico pensando demais e duvidando de mim mesmo demais, então, sim, houveram horas que eu estava enlouquecendo e acabou soando bem melhor do que e achei que soaria. Eu estou bem feliz com ele. Em relação às músicas que nós colocamos nele e músicas que não colocamos e idéias que não passaram, eu não acho que eu mudaria algo. Eu estou feliz com o produto terminado. Como baterista, sempre existem coisas tipo “Ah, eu deveria ter tentado esse preenchimento aqui ou ter feito isso com aquela batida ou aquilo com essa batida.” Mas é natural, acontece a cada álbum.

Kimberly: Eu acredito que depois dessa turnê vocês vão para a Europa. Eu sei que vocês irão tocar nos festivais de Reading e Leeds. Vocês tem planos para tocar em clubes enquanto estão por lá?

Riley: Sim, eu acho que nós vamos tocar em alguns clubes na Alemanha, alguns no Reino Unido, e então nós vamos para a Austrália por uma semana e meia e então para o Havaí para fazer um show o que vai ser irado. Eu vou perder meu voô de volta para casa de propósito (risos).

Kimberly: Cara, eu perderia meu voô também (risos). Então além da Europa vocês tem algum grande plano para trabalhar em cima de projetos futuros ou vocês vão tirar uma folga?

Riley: Eu assumo que nós provavelmente vamos tirar uma folga por um tempinho, passar um tempo com amigos e família. Eu sei que eu tenho uma tonelada de idéias que eu estive acumulando nessa turnê e eu estou bem animado para chegar em casa e me tornar um hermitão no meu quarto e escrever coisas. Eu assumo que talvez antes que a gente vá para essa turnê nós comecemos a jogar umas idéias no ar. Todo mundo está escrevendo individualmente agora, o que é o que a gente sempre faz, e nós começaremos a trocar idéias e falar sobre faixas em potencial e assim que nós fizemos essa turnê no outono, que ou nós encabeçaremos ou apoiaremos, não sabemos ainda, nós começaremos a escrever um novo CD.

Kimberly: Ok, agora, eu sei que quando se trata da banda, Radiohead e The Beatles são algumas das maiores influências. Quais são suas próprias influências quando se fala em criar música?

Riley: Bom, eu definitivamente diria Radiohead. Umm, eu escuto um monte de coisa post-rock tipo Isis, Pelican, Explosions In The Sky, Mono e um monte de coisa pesada. Eu escuto um monte de coisas eletrônicas também. Tem essa garota que canta numa banda. Ela não é uma garota, ela é uma mulher (risos). Ela canta para uma banda chamada Metric, o nome dela é Emily Haines.

Kimberly: É eu vi Metric no Coachella esse ano.

Riley: Sério? Caramba. Eu nem sei como ou porque eu acabei comprando esse CD. Foi tipo uma dessas compras ao acaso e eu nunca tinha ouvido Metric antes e o álbum solo dela simplesmente me deixou de boca aberta. Eu sou meio bobo por vocais femininos e eu realmente gosto de coisas mais dark e eu também gosto das coisas baseadas no piano e há algumas coisinhas legais de produção nesse álbum também. Eu realmente gosto desse álbum.

Kimberly: Você já ouviu falar de uma banda chamada Holy Fuck?

Riley: Eu já ouvi o nome e acho que ouvi tipo uma música.

Kimberly: Oh, eles são muito bons. Eles são eletrônica experimental, talvez post-rock. Você devia conferir.

Riley: Eu com certeza vou conferir. Eu realmente gosto do novo álbum do The Black Keys, o novo do Torch é apavorante, e o novo do RUssian Circles também apavora.

Kimberly: Certo, então, há esse vídeo de vocês circulando pela internet, tocando uma música, por volta de um minuto, só que sem título e nenhuma informação quanto ao clipe. Você pode me falar sobre ela?

Riley: Eu estou ligado sobre essa infame música secreta (risos). Eu acho que isso foi antes da gente gravar Vheissu, nós fizemos alguns shows na costa oeste com aquela banda Vedera. Nós estávamos basicamente fazendo demos das músicas na estrada. Nós queríamos tocar em alguns shows e testar algumas das coisas novas então dessa música nós fizemos uma demo. Teppei a gravou durante o processo de escrita do Vheissu, e então nós fomos para a pré-produção. Eu acho que nós tínhamos dezesseis músicas mas nós só podiamos gravar quinze músicas para o Vheissu eu acho, calma quantas músicas há no Vheissu? Umm, onze ou doze? (risos) E então havia essa música, qual era? Cara, eu fico pensando nos títulos de produção, isso é tão ruim. Uh, Weight Of Glory, Flags of Dawn, Burn… (risos) Ah, estava num vídeo game qualquer chamado Burn Out. Uh, essa foi a única maneira que nós a lançamos. Eu estou tendo um ataque agora, do que eu estou falando? Enfim, a música era uma que nós re-escrevemos tipo umas 50 mil vezes e enjoamos tanto dela que não quisemos colocar no álbum. Como essa música se chama? Alguém na internet vai saber. (risos)

Kimberly: Bom provavelmente você vai se lembrar (risos)

Riley: É, então a música misteriosa é uma música que na verdade nunca teve um título, eu acho que não havia nem letra para ela. Eu acho que Dustin tinha umas letra meio feita para ela e nós chegamos a Bearsville e só tínhamos o tempo e o orçamento para fazer quinze músicas com o produtor e aquela era a música mais fraca do todo e eu sei que quando as pessoas ouvem aquilo, e não conseguem realmente ouvir nada no vídeo, mas elas ficam tipo, “Ohhhh é tão irada!” Quer dizer, o resto da música não é tão bom. Eu acho que talvez nós pegaremos aquele outro e mexeremos com ele e o tornaremos algo novo mas ela nunca foi gravada de verdade. Então essa é a infame música da internet. (risos)

Kimberly: Ah, muito obrigada por esclarecer isso, eu tive um monte de pessoas me perguntando sobre isso. Há alguma outra coisa que você queira dizer para os leitores?

Riley: Eu acho que só muito obrigado. Nós estamos completando dez anos de banda o que eu acho insano porque dez anos atrás nós começamos isso como algo para fazer depois da escola ou depois do trabalho porque era divertido e agora ainda é divertido mas nós tocamos duas noites no Avalon ou duas noites no House of Blues. As pessoas realmente gostam do que a gente faz e isso é simplesmente louco. É algo por que estamos super gratos e que nós não poderíamos fazer sem nossos fãs, então obrigado a eles. Nós continuaremos tocando até parar de ser divertido.

Kimberly: Ótimo, eu realmente espero que sim.

Riley: Obrigado mais uma vez

Kimberly: Bom boa sorte hoje a noite e divirta-se. Obrigado por bater esse papo comigo

Riley: Oh, é claro, obrigado.

A banda colocou esse banner no seu myspace, anunciando o leilão de uma Gibson SG assinada pelos integrantes. O dinheiro arrecadado será doado para Invisible Children, mesma instituição para quem a banda doa parte do lucro recebido com a venda do Vheissu. O lance inicial é de US$ 1500,00 e o leilão vai até dia 23 de Junho.

Para nós, meros mortais que não podem dar nenhum lance, restam as fotos para ficar babando.

Finalmente foi acertado um preço pro pessoal que quer comprar as camisetas.

O Tho, que participa da comunidade do Thrice no orkut, vai produzi-las. Os preços vão ser os seguintes:

A partir de 10 camisetas (não importa se forem 5 de um modelo e 5 de outro), cada uma vai custar R$ 18,00. Ainda, pra quem quiser as duas camisetas, pode levar um kit com ambas as camisetas e 3 adesivos da banda por R$ 34,00. A cobrança será feita via Sedex a cobrar, o que significa que você receberá um informativo pedindo pra você buscar sua camiseta na agência dos Correios mais próxima da sua casa. Lá você vai pagar pela camiseta e pelo frete, e assim não tem como ninguém tomar calote.

Para confirmar qual camiseta você quer, mande um email para thricebrasil@gmail.com até dia 20 de junho, sexta-feira, com o modelo (ou kit), tamanho da camiseta (baby look, regata, P, M, G, GG), seu nome completo, RG, CPF, endereço para entrega e telefone para contato (não esqueça do DDD!). ATENÇÃO: é só por esse email, comentários aqui serão desconsiderados!

Para lembrar, seguem os modelos:

Lembrando que quanto mais camisetas, mais barato fica! Então se você conhece alguém que quer uma camiseta, divulgue!

Foram postadas três novas fotos do Thrice no album Live do myspace da banda. Confiram:

Um fã que foi ao show da banda confirmou que o DVD foi filmado hoje sim. Confira:

“Foi especulado que a gravação do DVD seria hoje durante o show e estava certo. De acordo com o cara das luzes com quem eu falei antes e depois do show havia um total de 6 câmeras (1 em cada lado do palco, 2 em cima da mesa de som cara-a-cara com o palco e duas de mão).

Mais importante, eu acho que todos vocês querem saber que músicas eles tocaram. Eles tocaram um total de 25 músicas, o maior número até agora em qualquer show do Thrice. Aqui está

The Lion and the Wolf
Firebreather
The Messenger
Of Dust and Nations
Digital Sea
Flags of Dawn
Burn the Fleet
Open Water
The Earth Isn’t Humming
The Artist In the Ambulance
Trust
Cold Cash and Colder Hearts
Broken Lungs
The Whaler
All That’s Left
Silhouette
Come All You Weary
Stare at the Sun
Daedalus
Don’t Tell and We Won’t Ask
Hold Fast Hope
For Miles
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Red Sky
Deadbolt
The Earth Will Shake
Houveram várias brincadeiras entre os membros da banda tratando se o DVD irá ou não ser lançado, o que dependerá se eles estão felizes ou não com o que foi gravado. No geral, o show foi muito bom na verdade (tirando um pouco de feedback durante Digital Sea e Dustin esquecendo o começo da letra de The Earth Isn’t Humming) então eu mantenho meus dedos cruzados.”

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